Terça-feira, 22 de Maio de 2007

Carência afetiva,inimiga número um do amor...

Quem não conhece a expressão de que não devemos ir ao supermercado fazer compras quando estamos com fome, pois assim compraremos muito mais de que realmente necessitamos? 

Com o amor acontece algo similar. Quando nos sentimos carentes é comum embarcarmos em relacionamentos confusos, pois buscaremos no outro o amor que não conseguimos armazenar em nós mesmos.

Algumas mulheres ao se sentirem carentes, doam intensamente seu amor ao companheiro, oferecendo toda espécie de carinho, afeto, agrado, abrindo mão de sua própria vida em função do outro. O companheiro vem em primeiro lugar, muitas vezes acabam abrindo mão de seus amigos, trabalho, família, filhos, simplesmente para satisfazê-lo. Mulheres carentes fazem de tudo em prol do companheiro, vendem sua própria alma, ou melhor seu coração, se for preciso. Se esquecem que são tão merecedoras de amor quanto eles.

Como os homens se comportam frente as mulheres carentes? No início alguns podem até gostar, já que recebem tudo de suas amadas, carinho, amor e dedicação total. Com o tempo acabam se cansando desta situação, perdem interesse por suas companheiras, desqualificando-as e desmerecendo-as.

Essas mulheres, possuem uma lógica distorcida do amor, pensam que quanto mais se doarem ao seu amado, mais ele as amará. 

Quando a mulher se esquece de si, ela abre portas para ser rejeitada, para ser menosprezada e para não ser valorizada pelo companheiro. 

As mulheres carentes, muitas vezes não conseguem se satisfazer com o que recebem. Sugam a energia dos que estão a sua volta exigindo atenção constate, querendo agradar, querendo ser uma boa dona de casa, esposa e amante. Por medo de serem abandonadas, fazem de tudo para ter seu companheiro por perto, como afirma o ditado: ruim com ele pior sem ele. A baixa auto-estima sempre vem acompanhada nesses casos, pois não gostando de si, atraem pessoas que também não a valorizam.

Quando a mulher é independente, inteira e autônoma ela é mais seletiva em suas escolhas afetivas, tem a capacidade de optar por relacionamentos que irão lhe oferecer trocas mais maduras e criativas. Escolhem companheiros mais maduros psicologicamente, dispostos a dar e receber e a manter um relacionamento onde os dois ganhem.

Voltando ao exemplo do início: quando se está com muita fome até o pão de ontem se aceita. Com carência é igual, pois qualquer coisa é melhor do que nada. 

Como não cair nessas armadilhas então? Primeiramente a mulher deve priorizar sua vida, saber dar a devida importância a seus valores, idéias e crenças pessoais. Deve estimular o contato com suas amizades, estar aberta a novas amizades ou experiências de vida, dedicar-se a um trabalho produtivo que goste e no qual sinta-se realizada, ter vários prazeres em sua vida e  principalmente não limitar o seu existir, o seu propósito de viver em função de uma relação.  

publicado por Paula Valentina às 00:23

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Domingo, 20 de Maio de 2007

O QUE É O AMOR?

Numa sala de aula, havia várias crianças. E uma delas perguntou à professora o que era o Amor. A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento do Amor. As crianças saíram apressadas e ao voltarem, a professora disse: - Cada um mostre o que trouxe consigo. A primeira criança disse: - Eu trouxe esta flor, não é linda? A segunda criança falou: - Eu trouxe esta borboleta. Olhe só o colorido das suas asas, vou colocá-la em minha colecção. A terceira criança completou: - Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele tinha caído do ninho, e eu vou alimentá-lo Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora dirigiu-se a ela e perguntou: - Minha querida, porque não trouxeste nada? E a criança timidamente respondeu: - Desculpe, professora. Vi uma flôr e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que o seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também uma borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também um passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore, notei o olhar triste da sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe? A professora agradeceu a criança e deu-lhe nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração...
publicado por Paula Valentina às 19:31

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Triunfar

"E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar.

Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.

Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.

Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.

Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.

Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.

Naquele dia, descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.

Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.

Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.

Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.

Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo."

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento ... "o amor é uma filosofia de vida."

Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue, luz deste presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.

Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...

Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.

E desde aquele dia já não durmo para descansar.

Agora simplesmente durmo para sonhar." 

                                                                              (Walt Disney)

publicado por Paula Valentina às 01:41

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Anedota do Dia

Um autocarro cheio de políticos bate numa árvore numa estrada alentejana perto de um monte.

O dono do monte, que testemunha o acidente, aproxima-se e encarrega-se de enterrar todos os políticos.

Alguns dias depois chega um investigador, que vê o autocarro espatifado e pergunta ao dono do monte o que aconteceu aos políticos que estavam no autocarro.

- Enterrei-os - disse o homem . 

- Mas estavam TODOS mortos? - pergunta o investigador.

O homem responde: - Havia alguns que diziam que não, mas você sabe como os políticos são mentirosos...

publicado por Paula Valentina às 01:40

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O Turista

"Um suíço, procurando orientação sobre o caminho, pára seu carro ao lado de outro carro, este com um casal de brasileiros dentro.

O suíço pergunta: Entschuldigung, koennen sie Deutsch sprechen?

Os dois brasileiros ficaram mudos.

Excusez-moi, parlez vous français? - tentou.

Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.

Prego signori, parlate italiano?

Nada por parte dos brasileiros.

Hablan ustedes español?

Nenhuma resposta.

Please, do you speak english?

Nada.

Angustiado, o suíço desiste e vai embora.

Dona Maria vira-se para marido e diz: Talvez devêssemos aprender uma língua estrangeira...

- Mas pra quê, companheira? - pergunta o marido - Aquele idiota sabia cinco. E adiantou alguma coisa?"

publicado por Paula Valentina às 01:40

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Eis a explicação da vida

>> No primeiro dia, Deus criou a vaca. E Deus disse:
>>
>> "Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer
>> debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma
>> vida de 60 anos."
>>
>> A vaca disse:
>>
>>"É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente
>>20 e eu devolvo-te os outros 40".
>>
>> E Deus concordou.
>>
>>No segundo dia, Deus criou o cão. E Deus disse:
>>
>> "Senta-te todo o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer
>> pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida. "
>>
>> O cão disse:
>>
>>"Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te
>>os outros 10".
>>
>>Deus concordou.
>>
>>No terceiro dia, Deus criou o macaco. E Deus disse :
>>
>> "Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu
>> Dar-te-ei 20 anos de vida."
>>
>> O macaco disse:
>>
>> "Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão
>> devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?"
>>
>> Deus concordou.
>>
>>No quarto dia, Deus criou o Homem. E Deus disse:
>>
>>"Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente
>>diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida".
>>
>> O Homem disse:
>>
>>"O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40
>>anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80.
>>Pode ser?"
>>
>> "Ok" - respondeu-lhe Deus. "Negócio fechado."
>>
>>É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos,
>>praticamos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes,
>>sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos
>>figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos
>>sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.
>>
>>
>> Está explicada a vida!
publicado por Paula Valentina às 01:31

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Antes e Depois

>>Antes eu levava uma vidinha pacata. É bem verdade que por natureza, eu >>sempre fui caseira, e assim, no produto final da minha vida haviam as >>parcelas do trabalho, filhos, família, livros, música, filmes, algumas >>breves viagens e minhas caminhadas diárias pelos campos da minha terra. >>Vez por outra, eu dava uma quebra na rotina e saía para dançar. Tinha lá >>meus vazios e minhas angústias.
>>
>>Estes sentimentos sempre foram minha marca registrada, mas que se >>agigantam, quando atravessamos a década dos quarenta a cinqüenta anos.
>>Amizades, poucas. Nunca busquei popularidade, mas nunca abri mão de >>qualidade nos meus poucos relacionamentos. E assim era, até que comprei o >>PC.
>>
>>Comprei para meus filhos, quem diria, e no começo queria léguas de >>distância dele pois no trabalho eu já me aborrecia bastante com as >>freqüentes falhas do sistema e os problemas que vinham como decorrência. >>Mas quem tem um Micro em casa, mais dia menos dia resolve dar uma >>navegada. É como fumar. A primeira tragada é ruim e a gente se pergunta >>porque as pessoas fumam. Aí experimentamos outro cigarro e quando vemos o >>maço se tornou nosso companheiro inseparável. O mesmo posso dizer do >>Micro.
>>
>>Mas acontece que este inexplicável aparelho me descortinou um horizonte >>cuja grandeza eu ainda não consigo mensurar. Fiz amizades que me são tão >>caras e valiosas como as da minha vida real. Antes, o que eram eventuais >>rascunhos que eu sempre acabava jogando no lixo a cada faxina, tornaram-se >>hoje textos e poemas carinhosamente abrigados pelos Sites que editam para >>mim, levando meu trabalho para milhares de pessoas.
>>
>>Em prazo de um ano escrevi e publiquei um livro e outro já está a caminho, >>aguardando a hora certa para chegar na Editora ou quem sabe, virar um CD.
>>Conheci verdadeiras almas gêmeas , algumas promissoras e outras, >>impostoras, como diz um poema que cá chegou sem autoria... mas nunca me >>lembro de ter amado tanto e tão intensamente, em tão exíguo espaço de >>tempo. É como se a vida tivesse acelerado sua freqüência à velocidade da >>luz ...um torvelinho...um turbilhão!
>>
>>Nunca vivi tantas e tão arrebatadoras emoções. Em frente à tela deste >>pequeno monitor , tenho derramado lágrimas verdadeiras como poucas vezes >>derramei na vida real. Lágrimas de alegria, de êxtase, de saudade, de >>emoção, e porque não dizer, de profunda comunhão com o outro ser, na outra >>ponta da linha.
>>
>>Por esta telinha mágica chegam imagens celestiais que enchem meus olhos, >>músicas que me atordoam pela beleza e pela cadência, textos para profunda >>reflexão, poesias dos imortais e poesias de ilustres desconhecidos, que às >>vezes se imortalizam através de um único e memorável poema.
>>
>>E assim, sem que eu percebesse, o PC foi ficando espaçoso demais na minha >>vida, a ponto de tomar conta de todo o meu tempo disponível. Eu me >>questiono muito e talvez outros poetas e poetisas internautas também se >>questionem, sobre até que ponto não estamos invertendo a ordem natural da >>própria vida, nesta troca do virtual pelo real.
>>
>>Existem seqüelas negativas e não temo enumerá-las:
>>
>>- Já não dou a mesma atenção de antes para a minha família e para meus >>amigos e amigas reais.
>>- Meu trabalho já não é o foco de todas as minhas atenções, muito embora >>eu nada tenha perdido em eficiência.
>>- Livros, TV, filmes, viagens? Raramente ou quase nunca.
>>- Meus instrumentos (teclado e violão) jazem esquecidos em seus cantos e >>quando os retomo, percebo que estou perdendo a destreza.
>>- Ambições materiais, como, trocar o carro pelo modelo do ano, reformas e >>benfeitorias na casa, mudanças na decoração que sempre me motivaram, hoje >>estão lá embaixo na ordem das minhas prioridades.
>>- Eu que não passava uma semana sem fazer as unhas, três meses sem >>procurar um bom cabeleireiro, seis meses sem inovar o guarda-roupas, >>calçados e acessórios, dou-me conta que estou usando as mesmas roupas de >>dois anos atrás, afora ter dispensado os dedos cheios de anéis, os >>brincos, os colares que eu escolhia com esmero, combinando com cada traje >>que eu usava.
>>
>>Realmente... eu mudei muito depois que me casei com o PC e me pus a >>escrever.
>>Tudo isto será bom ou ruim? Esta troca é construtiva ou destrutiva?
>>Confesso que não sei. Talvez seja apenas mais uma fase da vida, mas quando >>olho o mundo lá fora ele me parece tão sem atrativos. E ainda que minha >>vista esteja péssima , minha coluna mais torta do que já era e meus >>pulmões escuros de nicotina, tudo que eu sei é que, neste momento minha >>mente e boa parte do meu coração estão inteirinhos dentro deste micro, >>espelhados na pequena tela deste monitor.
>>
>>Será que a resposta não estaria na pergunta que meus filhos vez por outra >>me fazem?
>>- MAMÃE, VOCÊ NÃO PODERIA VOLTAR A SER COMO ERA ANTES???
>>E eu fico completamente perdida diante desta pergunta, porque tenho a >>impressão de que nunca estive tão plena, ou talvez, TÃO EQUIVOCADAMENTE >>FELIZ!!!
>>
>>E já que tudo nesta vida tem um preço, não seria este o dízimo a ser pago, >>pela possibilidade de que daqui há muitos e muitos anos, alguém leia um >>único poema meu, que seja grandioso o bastante para resistir ao tempo e >>distinguir-me entre os imortais? Não há vaidade e nem logro nesta ventura. >>Mas quando sento aqui e me ponho a digitar neste PC é como se eu me >>encontrasse com o próprio Deus que me criou, que botou ferramentas em >>minhas mãos e agora me exorta de forma quase compulsiva, a escrever, >>escrever e escrever.
>>
>> Fátima Irene Pinto
publicado por Paula Valentina às 13:23

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Pedaços de mim

>>De mansinho você foi chegando
>>Meu coração foi conquistando
>>E sem perceber a ti fui me entregando
>>
>>Meu tempo você passou a ocupar
>>Todas meus pensamentos
>>Mudaram de lugar!
>>
>>Ah! Só isto não foi suficiente
>>Diante deste novo e sublime sentimento
>>em que minha alma deleita contente
>>
>>Entreguei...
>>Minhas mãos que afagam seus cabelos
>>Meus braços que te envolvem fortemente
>>Para nosso amor meus seios entreguei
>>
>>Minha pele seus carinhos absorve
>>De meus lábios levou todos meus beijos
>>Beijos de bom dia
>>Beijos de carinho
>>Beijos de paixão
>>
>>Assim depois de meu corpo alcançar
>>De prazer as estrêlas chegar
>>Contigo sempre, vivo a sonhar
>>E meu maior bem cheguei a te entregar
>>
>>Se um dia quiser me deixar
>>Lembre-se em devolver
>>O pedaço mais precioso
>>Que de mim levaste!
>>Meu coração...
>>Para de novo eu possa oferecer
>>O mais nobre dos sentimentos
>>O Amor!
>>
>> Graça Cardoso
publicado por Paula Valentina às 13:15

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::::: Encanto sem rosto :::::

>>Trespasso a névoa que me turva o olhar e solto-me numa outra dimensão, >>onde
>>os limites são nenhuns, escondo a alma de mim própria e deixo o corpo à >>vista, para que não percebam a minha ausência momentânea, esfumo-me nos >>caminhos que aprendi a percorrer, para ir ao teu encontro.
>>Na força do Amor, invento-te, leio-te os traços, escrevo-te os contornos, >>e tu, ditas-me palavras cheias de ti, frases que emanam o teu cheiro e me >>fazem fervilhar as veias adormecidas.
>>Oiço ecos surdos que me acariciam a pele, transpiro ideias e momentos que >>me despertam a leveza do ser e me colam inexplicavelmente a ti, mesmo >>sabendo que não existes para além das minhas fantasias.
>>Quando sinto a realidade chegar, de mansinho consigo tocar-te por um fugaz >>instante, cessando o sonho.
>>Nas mãos, trago pedacinhos da tua essência e no coração, a certeza que >>estarás sempre aí, com a magia espelhada no teu olhar sem rosto, que me >>fascina e inspira de cada vez que saio de mim, e secretamente, me vou >>aninhar em ti. Beijos...
publicado por Paula Valentina às 13:15

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Esquecer

>>Esquecer de tudo
>>Entrar num mundo
>>quieto e mudo...
>>Sentir apenas um calor
>>Aquecer o corpo todo
>>E num amor profundo
>>Ser rodeado só de amor...
>>E em cada canto
>>Em qualquer espaço
>>Nunca sentir o pranto
>>Mas apenas sentir o abraço...
>>Amar,apenas amar
>>Esquecer de tudo
>>Sem nunca reclamar
>>Dos dias escuros
>>Nos olhar ler o poema mundo
>>Duma paixão louca
>>Sem limite ou futuro...
>>E gritar até a voz rouca
>>Que o mundo é esquecer
>>Só o sol,o sol do amor
>>Deve a alma esquecer...
publicado por Paula Valentina às 13:05

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