Sábado, 14 de Outubro de 2006

O rouxinol e a rosa!

>>O Rouxinol e a Rosa !!!
>>
>>Era uma vez, um Rouxinol que vivia em um jardim.
>>No jardim havia uma casa, cuja janela se abria todas as manhãs.
>>Na janela, um jovem, comia pão, olhando as belezas do jardim.
>>Sempre deixava cair farelos de pão, sobre a janela.
>>O Rouxinol, comia os farelos, acreditando que o jovem
>>os deixava de propósito para ele.
>>Assim criou um grande afeto,
>>pelo jovem que se importava em alimentá-lo,
>>mesmo com migalhas.
>>
>>O jovem um dia se apaixonou.
>>Ao se declarar a sua amada,
>>ela disse que só aceitaria seu amor,
>>se como prova, ele desse a ela,
>>na manhã seguinte, uma rosa vermelha.
>>O jovem, percorreu todas as floriculturas da cidade,
>>sua busca foi em vão,
>>não encontrou nenhuma rosa vermelha
>>para ofertar a sua amada.
>>Triste, desolado,
>>o jovem foi falar com o jardineiro da casa onde vivia.
>>O jardineiro explicou a ele,
>>que poderia presenteá-la com
>>Petúnias, Violetas, Cravos, menos Rosas.
>>Elas estavam fora de época,
>>era impossível conseguí-las, naquela estação.
>>
>>O Rouxinol, que escutara a conversa,
>>ficou penalizado pela desolação do jovem,
>>teria que fazer algo para ajudar seu amigo,
>>a conseguir a flor.
>>
>>Assim, a ave procurou o Deus dos pássaros que assim falou:
>>* Na verdade, você pode conseguir uma Rosa Vermelha
>>para teu amigo, mas o sacrifício é grande,
>>e pode custar-lhe a vida!
>>* Não importa respondeu a ave. O que devo fazer?
>>* Bem, você terá que se emaranhar em uma roseira,
>>e ali cantar a noite toda, sem parar, o esforço
>>é muito grande, seu peito pode não agüentar.
>>* Assim farei, respondeu a ave,
>>é para a felicidade de um amigo!
>>
>>Quando escureceu, o Rouxinol,
>>se emaranhou em meio a uma roseira,
>>que ficava frente a janela do jovem.
>>Ali, se pôs a cantar, seu canto mais alegre,
>>precisava caprichar na formação da flor.
>>Um grande espinho,
>>começou a entrar no peito do Rouxinol,
>>quanto mais ele cantava,
>>mais o espinho entrava em seu peito.
>>O rouxinol não parou, continuou seu canto,
>>pela felicidade de um amigo,
>>um canto que simbolizava gratidão, amizade.
>>Um canto de doação, mesmo que fosse da própria vida!
>>Do peito da pobre ave, começou a escorrer sangue,
>>que foi se acumulando sobre o galho da roseira,
>>mas ela não se deteve nem se entristeceu.
>>
>>Pela manhã, ao abrir a janela,
>>o jovem se deteve diante da mais linda Rosa vermelha,
>>formada pelo sangue da ave, nem questionou o milagre,
>>apenas colheu a Rosa.
>>Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse:
>>
>>* Que ave estúpida!
>>Tendo tantas árvores para cantar,
>>foi se enfiar justamente em meio a roseira que tem espinhos...
>>Enfim:
>>Cada um dá o que tem no coração...
>>Cada um recebe com o coração que tem....
>>
>>(Autor Desconhecido)
publicado por Paula Valentina às 15:29

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