Sábado, 14 de Outubro de 2006

DESCONSTRUÇÕES!!!

>>Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta >>imagem
>>tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas >>e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado >>disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a >>imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será >>tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que >>resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se >>esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à >>dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de >>desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.
>>
>>Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. >>Milhares de pessoas estão
>>vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão >>desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por >>alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" >>mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história >>dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada >>disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance >>engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente >>é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os >>desonestos do amor são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um >>dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, >>atônito.
>>
>>Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se >>desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por >>uma fantasia, que você é
>>capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que >>sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um >>sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma >>representação - e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que >>esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.
>>
>>A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca >>foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo >>que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.
>>
>> Martha Medeiros
publicado por Paula Valentina às 15:44

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