Sábado, 2 de Dezembro de 2006

PARADOXO DO TEMPO...

>>O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, >>mas >>pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais >>estreitos; >>gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos. >> >>Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos >>tempo; >>temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos >>poder de julgamento;mais proficiência, porém mais problemas;mais medicina, >>mas menos saúde. >>Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de >>menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos >>acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler >>um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos. >> >>Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, >>amamos raramente e odiamos com muita freqüência. Aprendemos como ganhar a >>vida, mas não vivemos essa vida. - Adicionamos anos à extensão de nossas >>vidas, mas não vida à extensão de nossos anos. >> >>Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua >>e nos encontrarmos com nosso novo vizinho. >>Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior. >>Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas >>poluímos a alma. Dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos. >>Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planejamos mais, mas realizamos >>menos. >>Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. >>Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. >>Temos mais comida, mas menos apaziguamento. >>Construímos mais computadores para armazenar mais informações para >>produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação. Tivemos >>avanços na quantidade, mas não em qualidade. >>Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e >>caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos. >>Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra nos >>lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de >>comida, mas menos nutrição. São dias de duas fontes de renda, mas de mais >>divórcios; >>de residências mais belas, mas lares quebrados. >>São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também >>descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que >>fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar. >>É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a >>tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer >>alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla Del. >>(Autor: Álvaro Alves de Faria)
publicado por Paula Valentina às 09:57

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